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Entenda a Relação do Campo Magnético na sua Existência

Por Karin Ricciardi | Arquiteta urbanista

A movimentação centro incandescente do planeta, gera o campo magnético do planeta terra. Além de indicar o norte magnético, este campo serve como um escudo invisível que protege o planeta das radiações, originárias de tempestades solares nocivas e de outros astros que viajam através do universo e mantém a atmosfera agregada de gases e umidade.

 Sem a atmosfera não haveria vida na terra. E a cada dia que passa, surgem novas descobertas sobre a influência desse campo sobre a biosfera terrestre, como movimentação das massas de umidade, frequência de chuvas e tempestades, direção das correntes de ar e o deslocamento migratório da fauna.

Cientistas passaram a detectar uma certa instabilidade na capacidade do núcleo do planeta, reduzindo a força magnética do campo e criando alguns pontos de oscilação.

Esta perda pode ser devido a um fenômeno que ocorre vez ou outra no Planeta: A inversão dos polos magnéticos. Pesquisas geológicas por amostragem realizadas pelo pesquisador geólogo Robert Coe, na cadeia montanhosa do Oregon, demonstram que os polos magnéticos já se inverteram algumas vezes na história do planeta. Juntamente com a inversão, ocorre uma redução na força do campo e uma forte variação de polaridade.

 Isto pode ser comprovado através da análise de rochas magmáticas, que guardam a fotografia digital do magnetismo dos polos na época da erupção vulcânica. Ao se solidificar após cada erupção, a lava registra o sentido e intensidade do campo, e com a coleta das amostras desse terreno, é feita a leitura.

Vamos a principal pergunta: Qual será o impacto disto sobre a vida na terra? 

Não se conhece exatamente a dimensão da influência do campo magnético sobre a vida e a biosfera terrestre, então não é possível ter absoluta certeza do impacto na vida das pessoas. Mas uma coisa é certa, o que for influenciado pelo campo vai apresentar algum tipo de mudança. As alterações já presumidas são: alterações na frequência de chuvas, aumento da radiação solar sobre a crosta terrestre, bruscas mudanças no clima e migração de fauna. Somente estes fatores já merecem certa atenção especial, pois geram um grande impacto na saúde, água e fontes de alimento.

O quanto estamos preparados, como seres inteligentes e capazes de reagir, para tais mudanças?

 É importante lembrar que esse fenômeno não isenta de forma alguma a responsabilidade humana sobre a contribuição do efeito estufa e redução da camada de ozônio, que ocorre pela emissão de monóxido de carbono e excesso de gás carbônico. Muito pelo contrário, chama nossa atenção para o controle sustentável dos recursos naturais. É fundamental ficar atento e tomar medidas em relação a preservação dos ecossistemas de fauna e flora, solos, gestão da água e qualidade do ar. 

Para saber mais:

O quanto estocamos ou desperdiçamos alimentos?

https://www.nrdc.org/food/files/wasted-food-ip.pdf

Quantos rios preservados ou contaminados? http://oceanservice.noaa.gov/facts/deadzone.html

Quantos terras férteis preservadas ou desertos criados? http://www.un.org/en/events/desertificationday/background.shtml

Fonte de pesquisa : CPB.org – Documentário Nova Earth’s magnetic storm - http://www.pbs.org/

http://appinsys.com/ - Applied Information System

https://oersted.cnes.fr/fr - Centre National D’Etudes Spatiales

http://www.nasa.gov/content/goddard/heliospheric-current-sheet- Nasa

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